Depois dos 40, aprender IA deixa de ser acumular e vira filtrar. O erro não é saber pouco, é tentar saber tudo. O mínimo viável traz autonomia, critério e foco: aprender o suficiente para decidir bem,...
Depois dos 40, fazer bem feito deixa de ser vaidade ou perfeccionismo e passa a ser critério de vida. A partir dos conceitos japoneses de Shokunin Katagi, Kodawari e Gambaru, o texto mostra como escol...
Depois dos 40, o efeito Dunning-Kruger se inverte: menos certezas, mais consciência da complexidade. A maturidade troca confiança barulhenta por discernimento silencioso. ...
O que muda na forma de se importar depois dos 40 Depois dos 40, algo curioso acontece.Você continua se importando com política — mas para de esperar que ela resolva sua vida. Não é cinismo.Não é desis...
Depois dos 40, o medo de virar irrelevante surge quando a vida troca aplauso por consistência. O texto mostra, com humor, como relevância muda de forma — menos visível, mais essencial....
Depois dos 40, manias surgem sem aviso e passam a fazer parte da rotina: ajustar o que incomoda, repetir o que funciona, prever consequências, checar tudo duas vezes e buscar silêncio sempre que possí...
E o que é só distração com cara de produtividade Depois dos 40, qualquer promessa de “economizar tempo” provoca uma reação automática:um misto de esperança e ceticismo. Esperança porque o tempo ficou ...
Viajar depois dos 40 deixa de ser improviso e vira gestão de risco. Seguro viagem não é exagero: é previsibilidade, tempo poupado e proteção contra custos médicos absurdos. Não evita problemas, mas ev...
A filosofia japonesa foca em continuidade, redução de desgaste e manutenção da vida. Depois dos 40, conceitos como Ikigai, Kaizen, Shoshin e Wabi-sabi ajudam menos a “se reinventar” e mais a sustentar...
Depois dos 40, a inteligência artificial se torna uma expectativa. A pressão para acompanhar inovações pode ser avassaladora. Mas não é apenas sobre usar ferramentas; é sobre manter autonomia. Como in...












